sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Gota em Mulheres X Bebidas Adoçadas com Frutose

Um estudo de pesquisadores norte-americanos verificaram que o consumo de bebidas adoçadas com frutose aumentaram os riscos para o desenvolvimento da gota em mulheres.

Este estudo foi publicado em 10/11/2010 pela revista científica JAMA (The Journal Of the American Medical Association).

A patologia caracterizada pela hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue)chama-se GOTA, é uma artrite inflamatória.

Evidências sugerem que a gota está fortemente associada à síndrome metabólica, podendo levar ao infarto do miocárdio. Historicamente, vem sendo considerada uma doença do sexo masculino, mas evidências mostram o crescimento da incidência em mulheres idosas.

Embora bebidas açucaradas contenham baixos níveis de purinas (que é o precursor do ácido úrico), elas contêm grandes quantidades de frutose, que é o único carboidrato conhecido por aumentar os níveis de ácido úrico. A ingestão excessiva de frutose resulta em rápido aumento do ácido úrico sérico.

Os resultados fornecem evidências prospectivas que o consumo de refrigerantes e sucos de laranja adoçados com frutose está associado com risco aumentado da incidência de gota em mulheres. “Por isso, nossas descobertas têm implicações práticas para a prevenção de gota em mulheres". Concluem.

Mais detalhes: http://jama.ama-assn.org/content/304/20/2270.short

Escrito por: Vanuza de Freitas - Nutricionista.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Alimentação Pós-Exercício


O objetivo da refeição pós-exercício é reabastecer as reservas musculares e hepática de glicose e otimizar a recuperação muscular.

Imediatamente após o exercício a enzima glicogênio-sintetase é ativada pela depleção dos estoques de glicogênio e é importante iniciar a reposição de carboidratos com o objetivo de repor esta reserva. Estudos indicam que a reposição deve acontecer em até 1 horas pós - treino, que é onde ocorre a chamada " janela da oportunidade" que acontece após um treinamento intenso.

Sabe-se que quando nossos estoques de carboidratos se acabam a principal via metabólica que usamos para produzir energia é a transformação de proteínas musculares em glicose. Dessa forma, se não forem restaurados esses estoques de carboidratos no organismo, ele vai transformar músculo em energia (catabolismo).

Depois do treinamento, os músculos estão mais adaptados a receber uma quantidade de glicose para a formaão de ATP e preencher os estoques de glicogênio (fase anabólica.)

Portanto, a manutenção da glicemia durante o exercício, a partir da ingestão adequada de carboidratos é fundamental para o restabelecimento adequado da capacidade de realização do exercício, a recuperação e o aumento de massa muscular são dependentes de um aporte energético adequado e ainda ajuda diminuir o efeito de queda do sistema imunológico.

O ideal é associar uma dieta que tenha carboidratos de alto índice glicêmico e com proteínas (estão presentes em alimentos de origem ananimal, como queijos, iogurtes, leites, carnes, frios magros). Além de frutas, podem ser usados sanduíches recheados com queijos e aves, vitaminas com mel ou iogurtes com salada de frutas. Não esquecendo da hidratação, que é muito importante antes, durante e após o treino.

As quantidades não foram especificadas devido as grandes variações individuais. Além disso, devo lembrar que as opções acima são apenas sugestões, devendo-se sempre respeitar os hábitos, preferências, alergias, aversões e intolerâncias alimentares de cada pessoa.
Escrito por: Vanuza de Freitas - Nutricionista
Fonte: SILVA; MURA. Tratado de Alimentação e Nutrição 2007.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Doença de Alzheimer na Nutrição


A doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa, progressiva, heterogênea nos seus aspectos etiológico, clínico e neuropatológico. A DA faz parte do grupo das mais importantes doenças comuns aos idosos que estão relacionadas, desde os estágios precoces, com um declínio progressivo funcional e uma perda gradual da autonomia que, em consequência, ocasionam, nos indivíduos por ela afetados, uma incapacidade funcional total.

Como ainda não se conhece completamente a etiopatogênese da DA, não é possível curar a doença, entretanto podemos fornecer um cuidado bem sucedido, uma vez instalada a enfermidade. Sabe-se que o diagnóstico precoce e preciso, a intervenção interdisciplinar, o envolvimento da família e dos grupos de apoio são de fundamental importância na abordagem de pacientes com DA.

Alguns estudos relatam maior prevalência da DA em indivíduos que consomem dietas ricas em colesterol, gorduras saturadas, pobres em fibras, vegetais e frutas.

Impactos da Doença de Alzheimer (DA) no Estado Nutricional

Um dos principais fatores que ocasionam a desnutrição, talvez o principal é a incapacidade funcional. Muitos idosos, quando perdem a sua capacidade de discernimento, começam a esquecer de se alimentar ou esquecem os valores nutritivos das refeições. À medida que se isolam socialmente, começam a perder a capacidade de fazer as suas compras; deprimem por se alimentarem sozinhos, mudam os seus hábitos alimentares. Com sua capacidade funcional afetada, os idosos deixam de preparar as suas refeições, alem de não conseguirem se alimentar sozinhos em uma fase mais avançada. Inexplicável perda de peso ocorre na DA. A perda de peso e a caquexia são achados importantes em paciente com DA, sendo considerados sintomas para a definição do diagnóstico

O idoso que apresentar um risco nutricional necessita de suplementação nutricional para evitar a desnutrição; caso já esteja apresentando um comprometimento em relação a deglutição (ato de engolir) a presença do fonoaudiólogo é fundamental para a manutenção da via oral, ao longo da doença, o que impacta positivamente a qualidade de vida. Devido aos distúrbios de comportamento, o paciente aumenta o seu gasto energético e diminui a sua ingestão alimentar. A dificuldade de lidar com esses idosos aumenta no que se refere à alimentação.

Precisamos usar a nossa criatividade, pois dessa forma vamos percebendo que pequenas intervenções fazem grandes diferenças.


Bibliografia:

Escrito por: Vanuza Freitas - Nutricionista

Guigoz Y. The mini nutritional assessment(MNA) review of the literature. Journal of Nutrition, Health and Ageing, v. 10, n. 6, 2006.

Nutrição no Envelhecer. Andréia Abdala & Eliane de Abreu Soares (org.) São Paulo: Editora Atheneu, 2002.




quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Diabetes e Nutrição


Diabetes Mellitus, popularmente conhecida apenas por DIABETES, é um distúrbio do metabolismo que afeta primeiramente os açúcares (glicose e outros), mas que também tem repercussões importantes sobre o metabolismo das gorduras (lipídeos) e das proteínas.

O organismo de indivíduos diabéticos não produz ou não responde à insulina, um hormônio produzido pelas células betas do pâncreas necessário para o uso ou armazenamento dos combustíveis corporais. Na ausência de ação efetiva da insulina, um quadro de hiperglicemia se instala ( glicose sanguínea elevada).
Muita gente pensa que o diabetes é uma doença simples e benigna, um probleminha banal de "açúcar alto no sangue". Na verdade, infelizmente não é bem assim. O diabetes é uma disfunção que, se não tratada e bem controlada, acaba produzindo, com o correr do tempo, lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros. Por outro lado, quando bem tratado e bem controlado, todas essas complicações crônicas podem ser evitadas e o paciente diabético pode ter uma vida perfeitamente normal.

A alimentação do diabético é um dos fatores fundamentais para manter os níveis glicêmicos dentro dos limites favoráveis, por isso a dieta e o planejamento alimentar deve ser cuidadosamente elaborado para cada pessoa.

O equilíbrio nas refeições garante boa nutrição e melhor controle da glicemia.

Uma dieta que contenha carboidratos complexos como pão (integral), batata, arroz, macarrão e se forem associados à fibras ajudam no controle glicêmico, pois lentifica a absorção de carboidratos na porção intestinal e evitam picos de glicemia ou queda abrupta nos valores.
A variedade de frutas e verduras na dieta é também muito importante no controle metabólico, pois além de fornecer vitaminas e minerais para o corpo, fornece uma quantidade grande de fibras, que auxiliam no controle da glicemia, evitando descompensações metabólicas.
As carnes devem ser magras, leite e derivados desnatados.

O nutricionista poderá avaliar se você deve recuperar ou perder peso e orientá-lo a quantidade adequada dos alimentos para suas necessidades, sempre aliados aos exercícios físicos.

Recomendações:

* Fracione os alimentos em várias pequenas refeições.
* Insulinos-dependentes devem ajustar o horário e as quantidades de alimentos ao seu esquema de insulina.
* Os não-insulino-dependentes devem fazer no mínimo 4 refeições diárias.

Fontes:
Roche - Divisão Diagnostics para Pacientes e Profissionais de Saúde.
Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. Rio de Janeiro 2010.

Autora: Vanuza de Freitas - Nutricionista CRN 6393/DF

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

As propriedades da " Jaca"

Atendendo ao pedido do meu amigo Vitor Castro, que pediu para postar sobre as propriedades nutricionais da Jaca.

Nome científico: Artocarpus heterophyl
Presente em todas as regiões brasileiras é típico da nossa flora.

A jaca é rica em vitamina A, do complexo B, principalmente a vitamina B2 (Riboflavina) e vitamina B5 (Niacina), fibras e em sais minerais como cálcio, ferro e fósforo. O fruto é enorme - chega a pesar até 15 kg -, de forma ovalada ou arredondada, e nasce no tronco e nos galhos mais baixos da jaqueira. Cem gramas de Jaca fornecem 61 calorias.

Por possuir um alto teor de cálcio essa fruta é indicada, principalmente, na alimentação de crianças, por ajudar na formação de ossos e dentes. Consumida in natura possui boas quantidades de proteína e vitaminas. Sua polpa é um pouco indigesta, também pode ser consumida na forma de doce;- As sementes podem ser assadas ou cozidas, também são comestíveis;- Safra: janeiro a junho.


Escrito por: Vanuza Freitas
Fonte: Ministério da Saúde. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição (CGPAN). Alimentos Regionais Brasileiros. Brasília: Ministério da Saúde. 2002.

FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9.ed. são Paulo: Atheneu, 1992

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Alimentos Termogênicos


O que você acha de comer para queimar calorias?

Não é magia e sim a propriedade de certos alimentos chamados de termogênicos.

Os alimentos termogênicos são aqueles que apresentam um maior nível de dificuldade em ser digeridos pelo organismo, fazendo com que esse consuma maior quantidade energia e caloria para realizar a digestão. Todos os alimentos gastam energia p/ serem digeridos, ou seja, têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal e acelerar o metabolismo, aumentando a queima de gordura, porém existem alguns que se destacam mais que os outros, pois induzem o metabolismo a trabalhar com ritmo acelerado, gastando assim, mais calorias, sendo estes classificados como termogênicos.

Para tais alimentos atribui-se 10-15% do gasto energético total. Para a perda de peso, o ideal é praticar exercícios físicos além de alimentar-se melhor, pois a ingestão exagerada desses alimentos pode não ser tão gratificante como esperado. Os alimentos termogênicos devem ser consumidos com o acompanhamento de nutricionistas, que determinarão, segundo as características de cada indivíduo, a quantidade correta para serem ingeridos.

Segundo um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, CARDOSO et al 2010, o exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura, insônia e problemas gastrointestinais. Hipertensos e indivíduos com problemas cardíacos devem ter cuidados aumentados, pois alguns desses alimentos fazem o coração trabalhar mais rápido. Por causa da influência sobre o metabolismo, os termogênicos não devem ser ingeridos por quem sofre de problemas na tireóide.

Alimentos termogênicos de relevância:

Pimenta vermelha

Mostarda

Gengibre

Vinagre de maçã

Acelga

Aspargos

Couve

Brócolis

Laranja

Kiwi

Cafeína

Guaraná

Água gelada

Linhaça

Gorduras vegetais

Gorduras de coco

Produtos derivados de chocolate

Volto a ressaltar, alimentos termogênicos devem ser consumidos com o acompanhamento de nutricionistas, que determinarão, segundo as características de cada indivíduo, a quantidade correta para serem ingeridos.


Bibliografia

Bianco, A. C. Hormônios Tireóideos, UCPs e Termogênese. Arq Bras Endocrinol Metab.vol.44 no.4 São Paulo Aug. 2000.

Cardoso, J. et al. Uso de alimentos termogênicos no tratamento da obesidade. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Jul. 2010.

domingo, 3 de outubro de 2010

Probióticos


Muito se fala sobre probióticos, mas, ainda é um assunto que muitas pessoas possuem dúvidas.
Resolvi falar um pouquinhos neste assunto, porque foi tema de um curso que fiz esta semana.

Probióticos são microorganismos vivos que, se administrados em quantidades adequadas conferem benefícios à saúde do hospedeiro.

A microbiota intestinal é composta por cerca de 100 trilhões de bactérias, com média de 100 variedades, que participam da digestão, absorção e síntese de vitaminas do complexo B e vit. K. Estudos clínicos demonstram que os probióticos, além de ajudar nesses processos, também contribuem no aumento da resistência imunológica do organismo e protegem contra inúmeras doenças, inclusive alguns tipos de câncer.

A estabilidade da microbiota intestinal normal é fundamental para o bom funcionamento do sistema imunológico e para diversas funções metabólicas do organismo, porém diversos fatores podem alterar a composição da microbiota intestinal.

Uma microbiota intestinal desequilibrada (disbiose intestinal) apresenta destruição de vitaminas, inativação de enzimas, produção de toxinas cancerígenas, destruição da mucosa intestinal - levando a uma menor síntese e absorção de nutrientes. Este desequilíbrio pode ser causado dentre outros fatores por estresse, má digestão, dieta desequilibrada, uso abusivo de medicamentos e infecções intestinais.
A incorporação de alimentos ou suplementos probióticos na alimentação humana visa estimular o crescimento de determinados microorganismos benéficos para o organismo.

A simples presença de prisão de ventre crônica, gazes, cólicas e diarréias frequentes sugerem a necessidade de se verificar o equilíbrio da flora intestinal. Para isto o interessante é procurar um profissional habilitado, no caso de um Nutricionista ou médico especialista, para se fazer uma melhor avaliação do quadro.

Texto adaptado por: Vanuza Freitas - Nutricionista.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Esteatose Hepática e Dieta Hipercalórica

Alta ingestão de gordura saturada e açúcar é uma das principais causas de esteatose não alcoólica, doença em que o fígado fica com até 80% de gordura.

"É exatamente a composição da dieta de uma pessoa que come fast food duas vezes por dia", segundo Kristina Utzschneider, professora de Endocrinologia e Nutrição da Universidade de Washington, durante conferência no 29º Congresso de Endocrinologia e Metabologia, em Gramado.
Um grupo de pacientes foi submetido a quatro semanas de uma dieta com 25% de gordura saturada e 55% de alimentos com alto teor calórico. Outro grupo foi submetido a uma dieta pobre em calorias e em gordura saturada (20% de gordura e 8% de gordura saturada).

Resultados preliminares comprovam a hipótese de que uma dieta rica em gordura saturada e frutose (açúcar) interfere diretamente nos níveis de gordura no fígado. "Mesmo em poucas semanas, uma alteração pequena no peso pode causar mudanças significativas", afirmou. O estudo será concluído em 2012.

A esteatose hepática não alcoólica é uma doença reversível, mas se não acontecerem mudanças na alimentação, perda de peso e qualidade de vida o quadro pode evoluir para uma cirrose hepática.

Fonte: 29º Congresso de Endocrinologia e Metabologia
Adaptado por: Nutricionista Vanuza Freitas

domingo, 15 de agosto de 2010

Anemia Ferropriva


Resolvi falar um pouco sobre anemia ferropriva depois de ler uma matéria onde trazia relato de uma mulher de 42 anos, com fluxo menstrual intenso e tinha as taxas de hemoglobina diminuídas.

A anemia ferropriva, é um estado, no qual há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro e o fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos. Esta situação refere-se à condição de fornecimento insuficiente de ferro, perda de sangue, má absorção ou defeito no transporte plasmático do ferro.

Os sintomas são pálpebras, mucosas, gengivas e lábios hipocorados, coloração pálida, força física diminuida, dificuldade em respiração, opressão ao menor esforço.

Indivíduos anênicos devem ter a ingestão aumentada de alimentos ricos em ferro, tais como:

Vísceras: Fígado, rim, moela e coração;
Carne bovina, aves, peixes e ovos;
Folhosos verde escuro;
Feijão, ervilha, lentilha, soja e grão-de-bico;
Aveia, açaí, uva passas, açúcar mascavo.

Lembrando que o ferro dos alimentos será melhor absorvido na presença do ácido ascórbico (vit. C), então a dica é, tomar suco ou ingerir a própria fruta juntamente com as refeições. Laranja, abacaxi, caju, acerola, morango, limão, tangerina, são exemplos de frutas ricas em vit. C.

Deve-se evitar a ingestão de alimentos ricos em ferro juntamente com alimentos ricos em cálcio, como o leite e derivados, pois o cálcio interfere na absorção do ferro.

O nutricionista é o profissional habilitado para prescrever uma dieta individualizada para suas necessidades metabólicas e manter ou melhorar a sua saúde através dos alimentos.
31/08 - DIA DO NUTRICIONISTA
Autora: Vanuza Freitas
Nutricionista

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Alimento " o combustível da vida "

Grande parte da população não se dá conta da importância da alimentação na manutenção e preservação da saúde. O alimento é o “combustível da vida”. É ele quem fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. Atualmente se sabe, que os nutrientes são a única matéria-prima para nossa formação e renovação celular. Portanto, nossa alimentação é responsável pela nossa saúde como pelo desequilíbrio do nosso organismo, desencadeando a maioria das doenças crônicas que afetam a população, independente da sua faixa social, etária e cultural.

As doenças cardiovasculares são as principais causas de morbidade e mortalidade no Brasil e no mundo ocidental.
A redução dos níveis de colesterol sanguíneo já foi consagrada como uma intervenção eficaz para reduzir taxas de morbidade e mortalidade por doença arterial coronariana (DAC).

A prática de atividade física regular e alimentação adequada são importantes para se ter boa saúde e consequentemente diminuir as estatísticas em relação as doenças cardiovascular.

Dicas simples que podem fazer a diferença:
Substitua alimentos menos saudáveis pelos mais saudáveis.
Pão francês por integral
• Leite integral por desnatado
• Óleos de soja por azeite extra virgem
• Pizza de mussarela por de vegetais
Salgadinhos por castanhas
• Cereais açucarados por aveia
• Picanha por lombo
• Molho branco pelo molho de tomate
• Temperos industrializados por naturais ( alho, cebola, limão, salsinha...)
• Frango com pele por frango sem pele
Sucos artificiais por suco natural de uva ( contém resveratrol)
* Pipoca de microondas por pipoca de panela
Pequenas atitudes grandes diferenças!!!

Boa sorte

Autora: Vanuza Freitas
Nutricionista