sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cafeína


A cafeína é um composto químico classificado como alcalóide (substância de caráter básico derivado de plantas que contêm, em sua fórmula, basicamente nitrogênio, oxigênio, hidrogênio e carbono) do grupo das xantinas (substância orgânica, azotada, existente no músculo, na urina, em vários órgãos e em algumas plantas).

É uma droga psicoativa (estimulante) que causa dependência e sua retirada causa síndrome de abstinência (dor de cabeça, nervosismo, ansiedade...). Trata-se de uma droga de uso legal cuja utilização deve ser moderada a fim de se evitar seus efeitos indesejados. Suas propriedades psicoativas podem ser utilizadas de forma benéfica como, por exemplo, aumentar a atenção e a concentração.

Em casos muito raros, overdoses de cafeína já foram fatais. A dose oral estimada para causar a morte, varia devido a fatores como o peso da pessoa, é de 5 a 10 gramas.

Conforme estimativas do governo, uma xícara de 225 ml de café moído contém de 60 a 120 miligramas de cafeína. Para Considerar uma dose fatal, você teria que beber pelo menos 42 xícaras em uma dada ocasião. Mas a cafeína é encontrada em quantidades maiores nas bebidas energéticas, em medicamentos e preparações de ervas.

Concentrações de cafeína no plasma sanguíneo acima de 15 miligramas por litro de sangue podem causar reações tóxicas, e overdoses de cafeína são uma causa relativamente comum de emergências de envenenamento, conforme dados da Associação Americana de Centros de Controle de Venenos , 2007.

Graças ao risco relativamente baixo que a cafeína oferece, bebidas e alimentos com esse ingrediente são vendidos sem restrição de local ou idade. Mas deve ser consumida com moderação. Café, chá, chocolate, refrigerante ( a base de cola), são exemplos de alimentos que contém cafeína em sua composição.

Texto original: C. CLAIRBORNE RAY - "NEW YORK TIMES"

Adaptado: Vanuza de Freitas



terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dicas saudáveis para começar bem 2011


Após as festas de fim de ano, onde você comeu todas as delícias da ceia, brindou e bebeu com sua família e amigos, é hora da virada, comece 2011 com força total.

Basta você querer para voltar a ter uma alimentação balanceada, reduzindo um pouco as quantidades e praticando exercícios físicos para gastar as calorias adquiridas.

Evite tudo que é rico em gordura, como as frituras (batata frita, preparações à milanesa, salgados fritos, pastéis, etc), os industrializados em excesso, preparações ricas em gordura (feijoada, churrascada, maionese, etc.)Estes alimentos além de serem muito calóricos, possuem muita gordura, que se consumida em excesso transforma-se em gordura, ou seja, aquela barriguinha indesejada, que não é nada saudável e nem bonita esteticamente falando.

As comidas, mesmo as consideradas saudáveis, quando consumidas com exagero e sem controle, são prejudiciais e podem trazer problemas com o peso. Importante não se privar de nada, mas tem que impor um limite e saber o que é saudável e o que não é.
Prefira: vegetais,frutas, carnes magras, grelhados, queijos brancos, leite desnatado, iogurte natural com granola ou avéia, chá verde ou branco.

A água é fundamental sempre, mas principalmente nesta época do ano (verão), onde transpira-se muito, eliminando muito líquido. Beber água repõe os líquidos perdidos e hidrata o organismo. Lembre-se que sentir sede já é um sinal indicando que seu corpo precisa de água, portanto, beba água sem sentir sede. Beba no mínimo 2 litros de água, para repor o líquido eliminado.

A prioridade é eliminar mais caloria do que se ganha. Os exercícios aeróbios são uma excelente maneira de perder peso e, aliando com uma boa educação alimentar, a saúde agradece e o peso não será mais problema.

Que em 2011 todos os objetivos traçados sejam alcançados.


Escrito por: Vanuza de Freitas - Nutricionista CRN1

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Informações nutricionais disponíveis em redes de lanchonetes e restaurantes


Várias redes de lanchonetes e restaurantes de todo Brasil vão disponibilizar informações nutricionais sobre produtos alimentícios que comercializam. A ação é resultado de termo de ajustamento de conduta firmado, no começo de dezembro, entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério Público Federal de Minas Gerais e a Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

"Com as informações referentes aos teores de nutrientes dos alimentos em mãos, esperamos que os consumidores realizem escolhas mais saudáveis”, afirma a gerente de Produtos Especiais da Anvisa, Antônia Aquino. As empresas que assinaram o termo de ajustamento de conduta têm o prazo de 180 dias para cumprirem o acordo.

Conforme o pactuado, as informações obrigatórias serão: valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio. Esses dados deverão ser estruturados em forma de tabela vertical ou horizontal, de acordo com a RDC 360/03 da Agência.

“Se o espaço na embalagem não for suficiente, ou quando o alimento for comercializado sem a embalagem, ou ainda quando uma embalagem não atender a um único produto, os estabelecimentos devem utilizar quadros, cartazes afixados em local visível, cardápios próprios, folderes ou outras formas”, explica Antônia. A informação nutricional deve ser sempre legível e acessível aos consumidores. Caso a empresa possua sítio eletrônico, as informações nutricionais também deverão ser disponibilizadas na internet.

A medida está alinhada com as recomendações da Estratégia Global para a Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), e com as diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, do Ministério da Saúde. A rotulagem nutricional é citada no documento da Estratégia Global como um meio e direito dos consumidores de receber informações sobre a composição dos alimentos, a fim de orientar escolhas mais adequadas.



Texto extraído do site da ANVISA.

http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home/!ut/p/c5/04

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Novas recomendações da vitamina D e cálcio

Cálcio e vitamina D são dois nutrientes essenciais muito conhecido por seu papel na saúde óssea.

O Institute of Medicine publicou em 30/11/2010 novas recomendações para a ingestão de vitamina D e Cálcio.

Os novos valores de referência são baseados em informações de muito mais estudos e maior qualidade do que estavam disponíveis quando os valores para estes nutrientes foram inicialmente estabelecidos em 1997. A comissão avaliou mais de mil estudos e relatórios e ouviu depoimentos de cientistas e interessados, antes de fazerem suas conclusões.

http://www.iom.edu/Reports/2010/Dietary-Reference-Intakes-for-Calcium-and-Vitamin-D/Report-Brief.aspx

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Gota em Mulheres X Bebidas Adoçadas com Frutose

Um estudo de pesquisadores norte-americanos verificaram que o consumo de bebidas adoçadas com frutose aumentaram os riscos para o desenvolvimento da gota em mulheres.

Este estudo foi publicado em 10/11/2010 pela revista científica JAMA (The Journal Of the American Medical Association).

A patologia caracterizada pela hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue)chama-se GOTA, é uma artrite inflamatória.

Evidências sugerem que a gota está fortemente associada à síndrome metabólica, podendo levar ao infarto do miocárdio. Historicamente, vem sendo considerada uma doença do sexo masculino, mas evidências mostram o crescimento da incidência em mulheres idosas.

Embora bebidas açucaradas contenham baixos níveis de purinas (que é o precursor do ácido úrico), elas contêm grandes quantidades de frutose, que é o único carboidrato conhecido por aumentar os níveis de ácido úrico. A ingestão excessiva de frutose resulta em rápido aumento do ácido úrico sérico.

Os resultados fornecem evidências prospectivas que o consumo de refrigerantes e sucos de laranja adoçados com frutose está associado com risco aumentado da incidência de gota em mulheres. “Por isso, nossas descobertas têm implicações práticas para a prevenção de gota em mulheres". Concluem.

Mais detalhes: http://jama.ama-assn.org/content/304/20/2270.short

Escrito por: Vanuza de Freitas - Nutricionista.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Alimentação Pós-Exercício


O objetivo da refeição pós-exercício é reabastecer as reservas musculares e hepática de glicose e otimizar a recuperação muscular.

Imediatamente após o exercício a enzima glicogênio-sintetase é ativada pela depleção dos estoques de glicogênio e é importante iniciar a reposição de carboidratos com o objetivo de repor esta reserva. Estudos indicam que a reposição deve acontecer em até 1 horas pós - treino, que é onde ocorre a chamada " janela da oportunidade" que acontece após um treinamento intenso.

Sabe-se que quando nossos estoques de carboidratos se acabam a principal via metabólica que usamos para produzir energia é a transformação de proteínas musculares em glicose. Dessa forma, se não forem restaurados esses estoques de carboidratos no organismo, ele vai transformar músculo em energia (catabolismo).

Depois do treinamento, os músculos estão mais adaptados a receber uma quantidade de glicose para a formaão de ATP e preencher os estoques de glicogênio (fase anabólica.)

Portanto, a manutenção da glicemia durante o exercício, a partir da ingestão adequada de carboidratos é fundamental para o restabelecimento adequado da capacidade de realização do exercício, a recuperação e o aumento de massa muscular são dependentes de um aporte energético adequado e ainda ajuda diminuir o efeito de queda do sistema imunológico.

O ideal é associar uma dieta que tenha carboidratos de alto índice glicêmico e com proteínas (estão presentes em alimentos de origem ananimal, como queijos, iogurtes, leites, carnes, frios magros). Além de frutas, podem ser usados sanduíches recheados com queijos e aves, vitaminas com mel ou iogurtes com salada de frutas. Não esquecendo da hidratação, que é muito importante antes, durante e após o treino.

As quantidades não foram especificadas devido as grandes variações individuais. Além disso, devo lembrar que as opções acima são apenas sugestões, devendo-se sempre respeitar os hábitos, preferências, alergias, aversões e intolerâncias alimentares de cada pessoa.
Escrito por: Vanuza de Freitas - Nutricionista
Fonte: SILVA; MURA. Tratado de Alimentação e Nutrição 2007.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Doença de Alzheimer na Nutrição


A doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa, progressiva, heterogênea nos seus aspectos etiológico, clínico e neuropatológico. A DA faz parte do grupo das mais importantes doenças comuns aos idosos que estão relacionadas, desde os estágios precoces, com um declínio progressivo funcional e uma perda gradual da autonomia que, em consequência, ocasionam, nos indivíduos por ela afetados, uma incapacidade funcional total.

Como ainda não se conhece completamente a etiopatogênese da DA, não é possível curar a doença, entretanto podemos fornecer um cuidado bem sucedido, uma vez instalada a enfermidade. Sabe-se que o diagnóstico precoce e preciso, a intervenção interdisciplinar, o envolvimento da família e dos grupos de apoio são de fundamental importância na abordagem de pacientes com DA.

Alguns estudos relatam maior prevalência da DA em indivíduos que consomem dietas ricas em colesterol, gorduras saturadas, pobres em fibras, vegetais e frutas.

Impactos da Doença de Alzheimer (DA) no Estado Nutricional

Um dos principais fatores que ocasionam a desnutrição, talvez o principal é a incapacidade funcional. Muitos idosos, quando perdem a sua capacidade de discernimento, começam a esquecer de se alimentar ou esquecem os valores nutritivos das refeições. À medida que se isolam socialmente, começam a perder a capacidade de fazer as suas compras; deprimem por se alimentarem sozinhos, mudam os seus hábitos alimentares. Com sua capacidade funcional afetada, os idosos deixam de preparar as suas refeições, alem de não conseguirem se alimentar sozinhos em uma fase mais avançada. Inexplicável perda de peso ocorre na DA. A perda de peso e a caquexia são achados importantes em paciente com DA, sendo considerados sintomas para a definição do diagnóstico

O idoso que apresentar um risco nutricional necessita de suplementação nutricional para evitar a desnutrição; caso já esteja apresentando um comprometimento em relação a deglutição (ato de engolir) a presença do fonoaudiólogo é fundamental para a manutenção da via oral, ao longo da doença, o que impacta positivamente a qualidade de vida. Devido aos distúrbios de comportamento, o paciente aumenta o seu gasto energético e diminui a sua ingestão alimentar. A dificuldade de lidar com esses idosos aumenta no que se refere à alimentação.

Precisamos usar a nossa criatividade, pois dessa forma vamos percebendo que pequenas intervenções fazem grandes diferenças.


Bibliografia:

Escrito por: Vanuza Freitas - Nutricionista

Guigoz Y. The mini nutritional assessment(MNA) review of the literature. Journal of Nutrition, Health and Ageing, v. 10, n. 6, 2006.

Nutrição no Envelhecer. Andréia Abdala & Eliane de Abreu Soares (org.) São Paulo: Editora Atheneu, 2002.




quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Diabetes e Nutrição


Diabetes Mellitus, popularmente conhecida apenas por DIABETES, é um distúrbio do metabolismo que afeta primeiramente os açúcares (glicose e outros), mas que também tem repercussões importantes sobre o metabolismo das gorduras (lipídeos) e das proteínas.

O organismo de indivíduos diabéticos não produz ou não responde à insulina, um hormônio produzido pelas células betas do pâncreas necessário para o uso ou armazenamento dos combustíveis corporais. Na ausência de ação efetiva da insulina, um quadro de hiperglicemia se instala ( glicose sanguínea elevada).
Muita gente pensa que o diabetes é uma doença simples e benigna, um probleminha banal de "açúcar alto no sangue". Na verdade, infelizmente não é bem assim. O diabetes é uma disfunção que, se não tratada e bem controlada, acaba produzindo, com o correr do tempo, lesões graves e potencialmente fatais, como o infarto do miocárdio, derrame cerebral, cegueira, impotência, nefropatia, úlcera nas pernas e até amputações de membros. Por outro lado, quando bem tratado e bem controlado, todas essas complicações crônicas podem ser evitadas e o paciente diabético pode ter uma vida perfeitamente normal.

A alimentação do diabético é um dos fatores fundamentais para manter os níveis glicêmicos dentro dos limites favoráveis, por isso a dieta e o planejamento alimentar deve ser cuidadosamente elaborado para cada pessoa.

O equilíbrio nas refeições garante boa nutrição e melhor controle da glicemia.

Uma dieta que contenha carboidratos complexos como pão (integral), batata, arroz, macarrão e se forem associados à fibras ajudam no controle glicêmico, pois lentifica a absorção de carboidratos na porção intestinal e evitam picos de glicemia ou queda abrupta nos valores.
A variedade de frutas e verduras na dieta é também muito importante no controle metabólico, pois além de fornecer vitaminas e minerais para o corpo, fornece uma quantidade grande de fibras, que auxiliam no controle da glicemia, evitando descompensações metabólicas.
As carnes devem ser magras, leite e derivados desnatados.

O nutricionista poderá avaliar se você deve recuperar ou perder peso e orientá-lo a quantidade adequada dos alimentos para suas necessidades, sempre aliados aos exercícios físicos.

Recomendações:

* Fracione os alimentos em várias pequenas refeições.
* Insulinos-dependentes devem ajustar o horário e as quantidades de alimentos ao seu esquema de insulina.
* Os não-insulino-dependentes devem fazer no mínimo 4 refeições diárias.

Fontes:
Roche - Divisão Diagnostics para Pacientes e Profissionais de Saúde.
Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. Rio de Janeiro 2010.

Autora: Vanuza de Freitas - Nutricionista CRN 6393/DF

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

As propriedades da " Jaca"

Atendendo ao pedido do meu amigo Vitor Castro, que pediu para postar sobre as propriedades nutricionais da Jaca.

Nome científico: Artocarpus heterophyl
Presente em todas as regiões brasileiras é típico da nossa flora.

A jaca é rica em vitamina A, do complexo B, principalmente a vitamina B2 (Riboflavina) e vitamina B5 (Niacina), fibras e em sais minerais como cálcio, ferro e fósforo. O fruto é enorme - chega a pesar até 15 kg -, de forma ovalada ou arredondada, e nasce no tronco e nos galhos mais baixos da jaqueira. Cem gramas de Jaca fornecem 61 calorias.

Por possuir um alto teor de cálcio essa fruta é indicada, principalmente, na alimentação de crianças, por ajudar na formação de ossos e dentes. Consumida in natura possui boas quantidades de proteína e vitaminas. Sua polpa é um pouco indigesta, também pode ser consumida na forma de doce;- As sementes podem ser assadas ou cozidas, também são comestíveis;- Safra: janeiro a junho.


Escrito por: Vanuza Freitas
Fonte: Ministério da Saúde. Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição (CGPAN). Alimentos Regionais Brasileiros. Brasília: Ministério da Saúde. 2002.

FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9.ed. são Paulo: Atheneu, 1992

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Alimentos Termogênicos


O que você acha de comer para queimar calorias?

Não é magia e sim a propriedade de certos alimentos chamados de termogênicos.

Os alimentos termogênicos são aqueles que apresentam um maior nível de dificuldade em ser digeridos pelo organismo, fazendo com que esse consuma maior quantidade energia e caloria para realizar a digestão. Todos os alimentos gastam energia p/ serem digeridos, ou seja, têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal e acelerar o metabolismo, aumentando a queima de gordura, porém existem alguns que se destacam mais que os outros, pois induzem o metabolismo a trabalhar com ritmo acelerado, gastando assim, mais calorias, sendo estes classificados como termogênicos.

Para tais alimentos atribui-se 10-15% do gasto energético total. Para a perda de peso, o ideal é praticar exercícios físicos além de alimentar-se melhor, pois a ingestão exagerada desses alimentos pode não ser tão gratificante como esperado. Os alimentos termogênicos devem ser consumidos com o acompanhamento de nutricionistas, que determinarão, segundo as características de cada indivíduo, a quantidade correta para serem ingeridos.

Segundo um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, CARDOSO et al 2010, o exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura, insônia e problemas gastrointestinais. Hipertensos e indivíduos com problemas cardíacos devem ter cuidados aumentados, pois alguns desses alimentos fazem o coração trabalhar mais rápido. Por causa da influência sobre o metabolismo, os termogênicos não devem ser ingeridos por quem sofre de problemas na tireóide.

Alimentos termogênicos de relevância:

Pimenta vermelha

Mostarda

Gengibre

Vinagre de maçã

Acelga

Aspargos

Couve

Brócolis

Laranja

Kiwi

Cafeína

Guaraná

Água gelada

Linhaça

Gorduras vegetais

Gorduras de coco

Produtos derivados de chocolate

Volto a ressaltar, alimentos termogênicos devem ser consumidos com o acompanhamento de nutricionistas, que determinarão, segundo as características de cada indivíduo, a quantidade correta para serem ingeridos.


Bibliografia

Bianco, A. C. Hormônios Tireóideos, UCPs e Termogênese. Arq Bras Endocrinol Metab.vol.44 no.4 São Paulo Aug. 2000.

Cardoso, J. et al. Uso de alimentos termogênicos no tratamento da obesidade. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Jul. 2010.